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 [FP] Damon T. O'Connor

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AutorMensagem
Damon T. O'Connor

Damon T. O'Connor


Ficha de personagem
Nível: 1
Pontos de vida:
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MensagemAssunto: [FP] Damon T. O'Connor   [FP] Damon T. O'Connor Icon_minitimeSab Fev 09, 2013 3:28 pm

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SOBRE SUA IDENTIDADE
    NOME: Damon T. O'Connor
    IDADE: 16 anos (7/7)
    NATURALIDADE: Dublin, Irlanda
    PAI OLIMPIANO:Ares

SOBRE SUA APARÊNCIA
    PHOTOPLAYER:John Mayer
    CURIOSIDADES NA APARÊNCIA: Tem uma cicatriz leve no ombro direito, os olhos são castanhos escuros. O cabelo preto, tem uma pequenina mecha branca no topo da cabeça. De estatura média, é como qualquer garoto de sua idade. Levemente atlético por praticar atividades físicas, seu físico é ressaltado pelo formato quadrado do rosto. Tem uma tatuagem, permitida pelo tio, no braço esquerdo. A pele levemente bronzeada é ressaltada pelos olhos profundos, o formato do rosto e o corpo atlético.


SOBRE SUA VIDA
FAMÍLIA : Maurice A. O'Connor (Vivo - Tio). Diana A. O'Connor (Desaparecida - Mãe)
PERSONALIDADE:Do contrário do pai, é demasiado tranquilo, uma característica da mãe. Leal, é um bom companheiro desde uma simples conversa até uma festa ou a mais feroz das batalhas. Adora armas de fogo; estuda-as sempre que tem tempo. Um amante de história e geografia mesmo com as severas dificuldades de aprendizagem. É competitivo, mas sabe reconhecer uma derrota em um simples jogo. Apesar de seu temperamento tranquilo e leal; quando se perde sua paciência, torna-se uma pessoa agressiva e carrancuda, fora sua sede de vingança, caso perca uma batalha, por exemplo; muito pesada. Sente que deve servir, mas é teimoso e impulsivo na maioria das vezes. Nunca recusa uma boa briga por um motivo nobre; tanto que foi mais expulso das escolas por defender amigos em brigas de escola do que sua dificuldade de aprendizagem.

HISTÓRIA: Nascido na Irlanda, onde sua mãe vivia; foi pequeno para a América do Norte, com um ano e meio. Sua mãe alistou-se no exército e quando completou quatro anos, ela partiu para uma base do exército fora do continente e não disse à ninguém da família para onde iria.
Deixara então Damon para seu irmão, um empresário residente em Nova York, dono de uma empresa de transportes terrestres, precisamente, taxi's. O tio criou-o como um filho; educou-no e nunca sequer desistira de tentar matriculá-lo em uma escola. Antes de encaminhar o semi-deus até o acampamento, teria sido informado ainda quando sua irmã e o sobrinho teriam chegado à America do Norte sobre os deuses e o que deveria fazer detalhadamente, pela mãe de Damon. Sempre fora um garoto comum, nunca se deparara com monstros ou qualquer coisa fora do normal, somente alguns poucos sinais, como quando reparava em algo que ninguém notava.
Quanto ao quesito da viagem ao acampamento, isso fora o começo de sua vida de semideus.

"Naquela noite, a penumbra era cortada pelo farol do carro de meu tio. A estrada de terra estava acidentada. Ele acelerava com voracidade. Parecia ter algo atrás de nós. Segundo ele; um monstro. Todas as explicações foram superficiais demais para mim. Os motivos deveriam ser a hora - eu deitava cedo; eram quase dez horas da noite e talvez o quão louco aquilo soava. Respirei fundo e pedi para que repetisse enquanto eu esfregava os olhos; observando o retrovisor com a esperança de ver algo atrás de nós. O que será que ele temia TANTO?
-O que está acontecendo, Damon, é que a sua vida vai mudar. Só vai me ver depois das férias de verão. - Respondeu meu tio, irritadiço. Mesmo seus tratamento de acupuntura e gemologia e a terapia de jogar
golf uma vez por semana pareciam não estar fazendo efeito naquele momento.
-Mas porque minha vida mudaria AGORA, tio? - Rebati áspero por sua demora em me contar o que estava acontecendo.
-Porque, hm... Muito bem. Vou explicar tudo. - O carro deu um solavanco e guinchou. Consegui ouvir as pedrinhas da estrada de terra dançando ao serem atingidas pelo pneu que fazia uma curva violenta. Arregalei os olhos e me segurei para não bater a cabeça contra o vidro. A bonequinha havaiana balançava sua cabeça de madeira com violência no painel do carro enquanto cacarecos como crucifixos e imagens de santos tintilavam no espelho retrovisor do Toyota Prius bege. - Você é um semi-deus. Filho de um deus e filho de um humano, no caso sua mãe.
-Sim, tio. Mas isso é loucura e sabe disso. - Murmurei incrédulo à ele e continuei áspero - Eu nunca vi nenhum monstro ou deus, tio. E você sabe que eu não sou ortodoxo.
-Ora, Damon! Pode não ser ortodoxo, mas isso é a verdade! - Quase esgoelou, enquanto desviava de um buraco. - O que acontece é que sua mãe e eu conseguimos ver monstros. É um dom raro entre mortais, mas conseguimos. E por isso mesmo, você é filho de um deus. Porque sua mãe adorava e fazia de tudo pra chamar a atenção deles.
Aquilo não fazia sentido. Poderia. Mas não fazia na minha mente. Comecei à ligar os pontos; seu tio NUNCA brincava desnecessariamente e era um belo de um sovina quanto à coisas que ele não prezava tanto quanto livros e o meu estudo. Por tanto, não gastaria gasolina e tempo á toa, apenas para brincar com o sobrinho.
Havia trazido um taco de
baseball no banco de trás do veículo. Aquilo era exclusivamente dos taxi's da sua empresa.
-Sua mãe conseguiu chamar a atenção dos deuses, você nasceu, ela me contou tudo e foram atacados por monstros na Irlanda. Ela trouxe você para cá, onde eu podia ajudá-la. Alistou-se no exército e me largou com você. Mas você é um filho para mim, garoto. E eu não vou deixar meu sobrinho. - Resmungou enquanto girava o volante violentamente e o carro fazia curvas - Droga acho que...
Tarde demais.
Algum vulto passou por cima do para-brisa e pousou com violência na capota do veículo, estremecendo o carro. Uma pedra acertou o vidro do motorista, rachando-o. Assustado, me deparei com garras arranhando o vidro e logo, uma criatura estava agarrada na capota, com o tórax jogado para a minha lateral no veículo. Era uma mulher-cobra com garras enormes. Ela socava o vidro e arranhava-o, tentando quebrar a estrutura e me pegar. Dava para ver seu sorriso psicótico, cujo dizia que não iria desistir tão facilmente.
-AH! - Consegui gritar, assustado.
-Damon, pegue meu taco no banco de trás e soque essa coisa! - Grunhiu meu tio, fazendo uma curva fechada.
A criatura quase foi arremessada para fora do carro. Notei que suas garras já haviam perfurado a lataria do veículo para se manter presa nele, à cima de minha cabeça. Com um resmungo, tomei o taco de metal do banco de trás e quando voltei à minha posição, a criatura arrebentou o vidro e atacou-me com as garras. Como me encolhi à tempo; as garras roçaram meu cabelo, cortando-o mas atingiram meu ombro direito em cheio. Gemi de dor e com a mão esquerda, desferi uma violenta porretada com o taco no rosto da mulher-cobra, que foi arremessada para trás, mas não caiu.
-Argh! - Gritou meu tio. Outra pedra; dessa vez, maior e mais pesada havia arrebentado o para-brisas do carro, trincando totalmente o vidro e impedindo a visão de meu tio. Dei outra porretada com toda minha força no rosto da criatura. Ela não se soltou, mas isso impediu-na de me atacar novamente.
Porém, não precisei mais do taco. O carro deu um solavanco e saltou, saindo da estrada de terra. Arrebentou alguma cerca alheia e passou dentre uma plantação de morango, até cair num desnível de uma colina e capotar com dois giros violentos que quase me tiraram a vida. A criatura foi atingida em algum momento do percurso e virou uma nuvem de areia, cegando-me.
Quando não estava mais tonto, procurei sair do carro. Chutei a porta e ela se abriu com facilidade. Por outro lado, EU rastejei com dificuldade para fora do veículo, ainda agarrado ao bastão.
Cuspi sangue no chão. Ergui-me com certa dificuldade e observei o carro capotado; vazando óleo do motor e água do radiador. Tombei novamente e engatinhei até o assento do motorista, dando a volta no veículo.
-Tio! - Chamei, enquanto procurava dentre as ferragens.
-Damon! - Ouvi. Meu tio havia parado no banco de trás, preso pois as portas haviam emperrado e as janelas estavam prensadas. A luz bruxuleante da lua e a brisa gélida da noite batiam contra mim, gelando meu sangue e iluminando melhor o carro acidentado. - Pode ir! Mais estão chegando. Provavelmente mais três. Você usou um telefone, não foi?
-Foi... - Murmurei, com um semblante sombrio. Havia desobedecido meu tio.
-Tudo bem! - Ele me consolou. - Eu tenho o meu telefone aqui e não haverá problemas se eu telefonar para a emergência. Agora vá! A colina à cima. Você tem que passar pelo pinheiro! É o único lugar seguro. Eu vou ficar bem.
Conseguiu ouvir alguns sibilos da estrada de terra.
-Tem certeza? - Perguntei, em voz alta. Notei que as criaturas pararam de sibilar ao ouvir minha voz.
-Sim, agora vá! - Berrou meu tio em desespero.
Tomei o taco e me desculpei mentalmente com ele. Assim, segui cambaleando pela colina e quando ultrapassei o pinheiro e olhei para trás, as criaturas se aproximavam do carro. Virei-me e deparei-me com uma enorme fogueira ao longe. A fogueira do Acampamento Meio-Sangue. E só então, notei meus ferimentos. Havia cortado o super-cílio, o lábio inferior estava inchado por causa de uma violenta pancada. O ombro latejava e havia um corte largo na panturrilha que ardia intensamente. Eu estava tonto e estava cambaleando. Mas isso era o menor dos meus problemas.


    SOBRE SUA CAPACIDADE
      FORÇA: 4
      VELOCIDADE: 5
      MIRA: 3
      DEFESA: 4
      CARISMA: 4
      MENTE: 4


    SOBRE O JOGADOR
      NOME DO PLAYER: Diego
      CONTATO: Por MP's

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    CRÉDITOS
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"Os humanos são os deuses... Pelo menos, eles pensam. E sendo deuses tão grandes, acabaram construindo muralhas para si mesmos quando não tinham mais desafios"
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